Governo atende pedido do Deputado Coronel Camilo e nomeia peritos criminais

 

No dia 8 de março, o Governador Geraldo Alckmin nomeou 112 peritos criminais aprovados no concurso da Polícia Técnico-Científica, realizado em 2013.  A nomeação atendeu parcialmente ao pedido do Deputado Coronel Camilo, que fez uma indicação ao Governador em setembro de 2015 para que 547 peritos fossem nomeados.

 

Também serão empossados 50 delegados, 346 investigadores e 394 escrivães. Após a divulgação da nomeação, Coronel Camilo encaminhou uma nova indicação para a convocação dos candidatos remanescentes para preenchimento de cargos vagos de Delegados de Polícia, Investigadores, Escrivães, Médicos Legistas, Peritos, Atendentes de Necrotério, Fotógrafos e Auxiliares de Necropsia.

 

Os 50 novos Delegados de Polícia nomeados representam 39% dos aprovados, restando, portanto, mais 79 para serem nomeados. Para a carreira de Escrivão de Polícia foram nomeados 394, representando 50% dos aprovados, restando, assim, mais 394 a nomear. Para a carreira de Investigador de Polícia foram nomeados 346, representando somente 25% dos aprovados, restando mais 1.038 remanescentes para serem nomeados.

 

A nomeação dos aprovados na Polícia Técnico-Científica não chegou nem à metade daquele concurso.

 

“A carência de profissionais na Polícia Civil acaba resultando na existência de inúmeros Distritos Policiais fechados, motivo de reclamação em centenas de municípios do Estado, e na impossibilidade de propiciar uma adequada elucidação de crimes”, afirma o Coronel Camilo.

 

No ano passado, o déficit no número de peritos atingiu 40% do efetivo total, um número extremamente preocupante para um serviço essencial para a segurança pública.

 

“Essa carência de profissionais sobrecarrega os peritos que estão na ativa, gerando atrasos enormes nas perícias, fato noticiado quase que diariamente nas reportagens de jornais, rádios e TVs”, afirma o Deputado Coronel Camilo.

 

Com a carência de peritos criminais, um corpo leva de cinco a seis horas para ser retirado do local de crime. Durante esse período, as viaturas da Polícia Militar precisam permanecer no local do crime e ficam impossibilitadas de fazer o patrulhamento preventivo, reduzindo a segurança da comunidade.

 

“Além disso, os laudos periciais também sofrem com a falta de profissionais, prejudicando a elucidação de crimes e contribuindo para o aumento da impunidade”, complementa o Deputado.

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18/12/2018

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