Jurista Ives Gandra entrevista Coronel Camilo no 'Anatomia do Poder'

 

O programa, apresentado pelo jurista Dr. Ives Gandra Martins, contou com a participação do 

Deputado Coronel Camilo e de Walter Mello de Vargas, presidente da Associação Brasileira das 

Forças Internacionais de Paz da ONU (ABFIPONU).

 

O debate girou em torno dos temas segurança, cidadania e ordem, bandeiras do parlamentar, 

aplicadas na Câmara Municipal de São Paulo, como vereador nos anos de 2012/2013, e 

atualmente em seu mandato na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 

Ao ser questionado Vargas explicou sobre a sua participação na expedição brasileira nas Forças 

de Paz, com o ‘Batalhão de Suez’. “Participei do Batalhão de Infantaria, a primeira da qual 

nosso pais participou, no Egito, entre 1957 e 1967, com a missão de manter a paz entre os 

exércitos egípcios e israelenses”.

 

O jurista lembrou o papel importante do nosso exército e das forças de segurança na geração 

da paz, fazendo menção às solenidades da Associação, propostas pelo deputado na Assembleia. Durante o evento são homenageadas personalidades civis e militares em  reconhecimento de seu trabalho pela preservação da cultura de paz. 

 

 

Este ano a parceria entre o Deputado Coronel Camilo e a ABFIPONU já renderam três 

solenidades realizadas na ALESP, com a entrega de várias medalhas. “A parceria 

continua. Teremos uma solenidade por mês, exceto no mês de julho, para homenagear as 

pessoas e assim prestar um reconhecimento àqueles que fazem a diferença”, disse Camilo.

 

Os agraciados com as medalhas são civis e militares, entre eles o Dr. Ives Gandra que recebeu 

a medalha das mãos do Coronel Camilo e de Mello Vargas, durante a gravação do programa. O 

jurista ainda falou sobre as recentes manifestações que param as cidades. 

 

“É preciso respeitar a Constituição avisando previamente a autoridade competente. A polícia 

protege o cidadão de bem. Não podemos compactuar com quem para a cidade, fecha as ruas e 

impede o ir e vir das pessoas. Arruaceiros tem que ser punidos”, enfatiza o jurista.

A Associação foi criada em 24 de outubro de 1985, com o objetivo de preservar a memória 

dessas forças e projetar seus valores para o futuro.

 

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18/12/2018

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